sexta-feira, 6 de maio de 2011

HOMEOPATIA

HOMEOPATIA

HISTÓRIA :

Homeopatia é uma terapia primeiramente descrita e organizada por um médico, químico e pesquisador germânico , Samuel Hahnemann (1755-1843).
Ele estava insatisfeito com a medicina de seus dias, pois ela era perigosa e inefetiva, e, após um tempo clinicando, resolveu para de faze-lo, pois achava que não estava curando seus pacientes, não como sempre quis faze-lo. Neste perído, e em outros também, sobreviveu através de traduções que fazia para sobreviver ( ele falava várias línguas ) e nestas leituras obteve as bases para fazer um estudo muito longo e extenso sobre as propriedades farmacológicas e toxicológicas de várias substâncias. Hahnemann começou a verificar a ação destas substâncias, primeiro em si mesmo, e depois em seus familiares e amigos, todos saudáveis.
E continuou com sua série de longos estudos.
Após 6 anos de reflexão e experimentações, ele se sentiu seguro para enunciar um princípio terapêutico:
- que o caminho certo para tratar uma doença é dando ao paciente uma determinada droga, a qual numa pessoa saudável causou os mesmos sintomas desta pessoa doente. Ou seja, os sintomas que uma pessoa saudável teve ao tomar a substância é igual aos sintomas que uma pessoa doente deve apresentar, para que possa ser curada por essa substância. Por exemplo, os sintomas de envenenamento por Belladona (a planta Atropa belladona) apresenta sintomas semelhantes ao da febre escarlatina e pode ser usada para trata-la.
Hahnemann expos sua teoria na frase em latim similia similibus curentur (semelhante cura semelhante) ou melhor ainda, doenças semelhantes curam doenças semelhantes, pois ele achava que determinadas substâncias causavam, quando tomadas, uma doença artificial no doente, que fazia o corpo curar a doença verdadeira., sendo este o princípio da similitude ou a Lei da Similitude, que foi apresentada ao mundo em 1796.
Então ele continuou a fazer experimentações (dar uma substancia, sob determinadas condições, à pessoas sadias, e observar e anotar os sintomas que apareciam), a observar intoxicações e envenenamentos acidentais e criminosos, para ver os sintomas que apareciam para cada veneno, e anotar tudo isso, para cada substância, fazendo sua matéria médica ( livro relacionando substâncias com seus medicamentos).
Este trabalho que foi desenvolvido é a base da matéria médica homeopática que usamos atualmente.
Algum tempo mais tarde, em vez de usar o medicamento puro, Hahnemann começou a preparar medicações primeiro por um método de diluições seriadas, depois com as diluições e com sucussões (um tipo de "sacudida") em que o resultado de cada etapa tinha e tem uma potência energética, que acompanha o nome do medicamento (Lycopodium 30 CH, por exemplo.)

HOMEOPATIA HOJE :
A homeopatia se desenvolveu desde a época de Hahnemann. A matéria médica , que cresceu por novas experimentações, pela incorporação de experiências clínicas e da toxicologia e, de sua teoria que avança pelo contínuo estudo sobre Hahnemann e sobre os homeopatas clássicos, aperfeiçoando e clareando pontos obscuros.

São princípios da homeopatia:

1. O princípio de similitude é a base da homeopatia (substâncias que causam determinados sintomas, em pessoas sãs, curam doenças que tem os mesmos sintomas);
2. Quase todos medicamentos homeopáticos são derivados de substâncias naturais. Elas são principalmente vegetais, mas incluem também substâncias minerais e animais. Hoje em dia também se usam substâncias manufaturadas para se fazer medicações, como por exemplo medicamentos alopáticos. Alguns deles tem experimentação feita, porém a maioria não .
3. Os medicamentos são usados na forma potencializada (diluída e sucussionada).
4. A prescrição homeopática é principalmente baseada em observações de particularidades do paciente, mais do que de só de sua patologia ou tipo da doença; porisso sinais e sintomas “estranhos” apresentados pelo paciente em particular são de suma importância. Por que dois pacientes com a mesma doença podem ter sintomas diferentes, medicamentos diferentes poderão ser usados para cada um deles. Inclusive, as vezes, pacientes com diferentes doenças são tratados com a mesma medicação, pois seus sintomas se encaixam na descrição do mesmo medicamento.
A seguir seguem exemplos ilustrativos do pensamento e do modo de ação homeopático:
Arsênico branco (Arsenicum album) é um veneno bem conhecido. Vários de seus efeitos no homem são sintomas os quais são muito similares aos da gastroenterite aguda.
O ferrão da abelha de mel (Apis mellifica) produz uma reação no homem o qual é, em vários aspectos semelhante a determinados tipos de edema angioneurótico.
Certos tipos de diverticulite tem sintomas que são produzidos no homem saudável por doses de Colocynthis.
A inalação de fumaça do ácido sulfuroso (Sulphurosum acidum), encontrado na atmosfera de cidades industriais, pode produzir sintomas, os quais são encontrados em alguns casos de asma, bronquites e enfizema.
Uma aranha, a Latrodectus mactans, por sua mordida, produz sintomas muito semelhantes ao encontrado em alguns casos de angina pectoris.
Uma dose da planta Ipecacuanha pode causar vômito. Numa dose diluída, este remédio pode controlar náuseas e vômitos se semelhantes ao tipo causado pela Ipeca.
Beber café antes de dormir poderá causar insônia. Numa dose infinitesimal, pode tratar insônias semelhantes as que são provocadas pelo café.
Nestes exemplos de similitude existem substâncias de origem animal, mineral e vegetal. Também haviam vários tipos de patologias. Quando os efeitos das substâncias são semelhantes aos sintomas e sinais das doenças, seu uso é dito homeopático.

O TRABALHO DO MODERNO PROFISSIONAL DA HOMEOPATIA

Os profissionais da homeopatia também examinam o paciente, fazem diagnósticos, exames complementares e usam outras terapias quando necessário e não dispensam as novas descobertas em medicina, medicina veterinária e ciências correlatas . A homeopatia oferece uma abordagem diferente para o paciente e sua doença, ela o individualiza, pois características particulares suas são usadas para se chegar ao medicamento mais adequado à sua pessoa e ao seu caso. Também é necessário dizer que seu estudo exige tempo e dedicação, pois sua forma de aplicação, medicamentos e sua forma de avaliação são bem diferentes dos medicamentos alopáticos.
O médico pode ser UNICISTA (dá um só medicamento por vez); PLURALISTA (dá mais de um medicamento por vez); ALTERNISTA (dá mais de um medicamento por vez, em horários alternados);COMPLEXISTA (receita fórmulas com medicamentos homeopáticos); ORGANICISTA (trata só daquela doença em particular).

GLOSSÁRIO E NOTAS

Prescrição de 2º nível- esta é usada quando a Homeopatia é dada com base na personalidade do paciente, psique, sintomas, sinais, e modalidades. ( UNICISMO).
Prescrição de 1º nível - quando o medicamento é escolhido de acordo com os sintomas físicos do paciente e de sua patologia, modalizando - se seus sintomas .
Matéria médica - os medicamentos usados em prescrições homeopáticas estão em um livro, com a descrição dos seus sintomas e sinais que eles causam quando experimentados em pessoas sãs.
Modalidade, Modalização - fatores que alteram um sintoma, aumentando ou reduzindo sua importância; por exemplo, dor de cabeça, as 5 horas da tarde, dia sim, dia não, começando do lado esquerdo da cabeça e pegando a cabeça toda, parecendo que estão apertando com um torno a cabeça. Isto é um sintoma modalizado, ou seja, ele descrito com todas suas nuances. Quanto mais modalizado um sintoma, mais importante para homeopatia ele é.
Tintura mãe - extrato alcóolico cru feita a partir de substâncias botânicas a partir do qual medicamentos são preparados.
Trituração - é o ponto de partida de medicamentos que não são solúveis em álcool . Eles são triturados até o ponto em que ficam solúveis.
Policresto - um pequeno grupo de medicamentos que foram muito estudados e que são medicamentos de muitos usos para a maioria da doenças da humanidade.
Dinamização - processo de diluição em série, com sucussão em cada estágio. Por exemplo, Arnica 12CH significa que foi pego 1 parte de tintura de Arnica para 99 partes de água/álcool, foram dadas 100 “chacoalhadas” (sucussões) e chegou - se a 1CH. Daí sucessivamente até 12CH.
Potência - é a quantidade e o tipo de energia que o medicamento possui. Um medicamento 6 CH não tem o mesmo tipo nem a mesma quantidade de energia que um 30CH.
Experimentação - para se determinar que "sintomas" tem uma substância, ela é usada em um grupo de pessoas sãs , por um período de tempo, e os sintomas que aparecem neste período são anotados e posteriormente são organizados e colocados numa matéria médica.
Repertório - é uma matéria médica ao contrário, com os sintomas, sinais e modalidades com os remédios que os tem. Os mais usados aqui no Brasil são o de Kent (tanto o em inglês com a traduzida e atualizada em castelhano) e a tradução e atualização do Repertório de Kent por um brasileiro, Dr. Ariovaldo Ribeiro Filho.
Sucussão - “chacoalhar” vigoroso do soluto no solvente , da água com medicamento no álcool.
Simillimum - medicamento que produz a cura homeopática e o conseqüente equilíbrio energético do ser tratado.
CH - centesimal Hahnemaniana, diluição de uma parte do medicamento para 99 partes de água/álcool ou só água, com as sucussões feitas a mão.
D - decimal, diluição de 1 parte de medicamento para 9 partes de água/álcool ou só água.
SINTOMAS
mental - incluem características como: tendência a cólera, intrépido, ansiedade, depressão e suas modalidades.
local - sintoma relatado numa parte particular do corpo (dor de cabeça, etc). Só é útil quando modalizado.

Mitos ligados à Homeopatia :

Homeopatas odeiam alopatia = não é bem assim.
Homeopatas gostariam de não precisar dela, pois gostam de seu método de trabalho, mas quando é necessário ele a usa, porque o importante, para qualquer profissional da área da Saúde é seu paciente. Se houver necessidade ( do saber homeopático do veterinário, impossibilidade de reação do paciente, etc), usa-se a alopatia.
A Homeopatia é demorada = ela age, e muito bem em casos urgentes e agudos.
Só que, assim como cuidados de emergência na clínica veterinária não são fáceis de serem feitos por exigir maior especialização, na Homeopatia ocorre o mesmo. Aí a limitação é do profissional e não da Homeopatia.
A Homeopatia não faz radiografias, exames de laborátorio, cirurgias = o homeopata deve fazer um diagnóstico da moléstia, da causa desta moléstia (alopática), como acha que ela vai evoluir, e que orgãos está atingindo mais, e outros. Deve fazer todos os diagnósticos que ajudem a avaliar o paciente e dizer como acha que ele vai reagir a doença. O que o homeopata tenta é não fazer exames invasivos a não ser que para ele seja muito necessário.
E cirurgias são feitas, quando necessárias.
Notas :
- Os remédios homeopáticos podem ser em glóbulos, líquidos (gotas), pó ( papelotes ) ou comprimidos .
- O modo como eles são prescritos (tanto a apresentação quanto a maneira de tomar) varia muito de acordo com a situação e a linha que o veterinário ou o médico seguem . A avaliação e o acompanhamento sempre devem ser feitos por eles .
- Algumas substâncias usadas para fazer medicação não podem ser tomadas em tinturas - mãe ou em dinamizações ou triturações baixas por serem tóxicas ou venenos . Evite auto medicação e siga sempre a orientação de seu veterinário ou médico.
- Os nomes dos medicamentos são em latim.

terça-feira, 3 de maio de 2011

CONHEÇA O AMIGO NUMERO UM DA: DEPRESSÃO, INSONIA, GULA, ANSIEDADE, IRRITAÇÃO, ESTRESSE, HIPERATIVIDADE, MEDO, FIBROMIALGIA E TMP.

O que é 5-HTP ou 5-Hidroxitriptofano?
O 5-HTP ou 5-Hidroxitriptofano é um aminoácido que ocorre naturalmente, precursor do neurotransmissor serotonina e intermediário no metabolismo do triptofano. 5-HTP é comercializado nos Estados Unidos e outros países como um suplemento alimentar para uso como anti-depressivo, supressor de apetite e auxiliar no sono.
Metabolismo do 5-HTP ou 5-Hidroxitriptofano
O 5-HTP ou 5-Hidroxitriptofano é metabolizado em serotonina por enzima com ajuda da vitamina B6. Essa reação ocorrer tanto no tecido nervoso quanto no fígado. Acredita-se que o excesso de 5-HTP, especialmente quando administrado com vitamina B6, seja metabolizado e excretado.

Ação do 5-HTP ou 5-Hidroxitriptofano

Acredita-se que a ação psicoativa do 5-HTP derive do seu efeito na síntese de serotonina no tecido do sistema nervoso central. Parece que um suprimento artificialmente alto de 5-HTP faz com que os neurônios produtores de serotonina no cérebro aumentem a produção. A elevação na produção de serotonina então aumenta a sua liberação.
5-HTP como suplemento
O 5-HTP é encontrado em quantidades muito pequenas em alguns alimentos como peru e queijo, e muitas vezes vendido como suplemento alimentar. Como suplemento alimentar a fonte do 5-HTP é geralmente a semente da Griffonia simplicifolia. O suplemento de 5-HTP é geralmente vendido em cápsulas de 50mg ou 100mg.
Pesquisas sobre o 5-HTP

Estudo mostrou que o 5-HTP é tão eficiente quanto a Imipramina no tratamento da depressão. Pesquisas atuais mostram ser promissor o uso de 5-HTP para tratamento de crianças com terror noturno (distúrbio do sono caracterizado pelos gritos acompanhados de semblante de terror como se a pessoa estivesse vendo algo terrível durante o sono). Depois de 6 meses de uso, 83,9% das crianças tratadas com 5-HTP livraram-se do terror noturno.
Algumas pessoas com fibromialgia acharam que 5-HTP aliviou os sintomas. Pessoas com fibromialgia reportaram melhora no sono, depressão, dor e todas as grandes queixas relacionadas à doença. Estudos sobre o uso do 5-HTP para a fibromialgia ainda estão em curso.
O 5-HTP também é usado profilaticamente contra dor de cabeça crônica. O 5-HTP também pode ser útil contra a enxaqueca, uma vez que estudos têm mostrado que ela ocorre quando os níveis de serotonina estão baixos. O 5-HTP também tem mostrado ter efeito como supressor de apetite.
Dosagem do 5-HTP

A maioria dos fabricantes de suplementos com 5-HTP recomenda 50 ou 100mg, de 1 a 3 vezes ao dia. A maioria dos estudos clínicos tem testado doses de 200-300 mg/dia, embora um estudo tenha testado doses tão altas como 3.250 mg/dia. O consumo de 5-HTP com outras proteínas e aminoácidos diminui sua absorção no trato digestivo. Síndrome de serotonina não foi observada nos vários estudos. Alguns usuários de 5-HTP reportaram que doses maiores de 300 mg/dia podem produzir náusea e vômito. Altas doses de 5-HTP poderiam causar danos ao fígado.
Fonte: http://www.copacabanarunners.net

domingo, 1 de maio de 2011

TDAH - Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade



O TDAH - Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade é uma síndrome neuro-comportamental, caracterizada por distração, agitação, impulsividade, dificuldades com organização e planejamento, entre outras. Já foram encontradas evidências sobre componentes genéticos e hereditariedade associados a este transtorno. Em termos funcionais, as características mais comuns envolvem hipofunção de áreas específicas do córtex cerebral. Em termos comportamentais, prejudica o desempenho em situações que exijam maior controle e regulação da atenção, restrição dos movimentos ou capacidade de pensar e refletir antes de agir. Veja mais sobre TDAH
Hiperatividade infantil - O maior desafio em crianças
O que é hiperatividade? Um certo grau de agitação física - hiperatividade - é normal em crianças. A criança hiperativa pode ser ser portadora de TDAH. Como destaca a psicóloga e psicoterapeuta comportamental Cacilda Amorim, diretora do IPDA - Instituto Paulista de Déficit de Atenção - é sempre desafiador "ter "um menino hiperativo em casa".
Porém, nem toda forma de agitação infantil quer dizer que ela tem o transtorno. Há vários outros problemas que podem mimetizar os sintomas do TDAH, entre eles a hiperatividade ou a desatenção. Deve-se evitar rótulos, como "criança hiperativa", pois podem levar à discriminação e prejuízos de longo prazo.
Distração, desorganização, adiamento crônico, esquecimentos
Devido ao TDAH, pessoas talentosas deixam de desenvolver todas as suas capacidades devidos a erros por desatenção. Ações impulsivas levam a consequencias indesejadas e a agitação mental impede descansar, recuperar as forças, podendo levar à exaustão.
Desatenção, problemas com memória, falta de organização, dificuldades em levar tarefas e projetos até o final... Estas são queixas comuns, na área profissional ou acadêmica.
Para as crianças, os prejuízos maiores do TDAH - Transtorno de Déficit de Atenção - estão na área escolar e no controle da agitação motora (hiperatividade) e na impulsividade excessiva. Em adultos, as áreas mais comprometidas tem relação com a vida profissional.
Coaching para TDAH - Déficit de Atenção Adulto
Uma das primeiras perguntas sobre tratamento é: precisarei de terapia? Vem então à cabeça a imagem de uma sala com divã, o cliente deitado, falando, falando, falando... Pensa-se em um tratamento sem prazo para terminar e sem objetivos muito claros...
Nem todos os portadores de TDAH precisam de uma terapia comum ou Psicoterapia Comportamental-Cognitiva. Fazer terapia é uma atividade que pode ser muito importante, por várias razões. Mesmo pessoas que não sofrem nenhum tipo de transtorno psiquiátrico podem obter muitos benefícios com ela.
Se nem todas as pessoas com TDAH precisam de Terapia, para que serve o Coaching? Quais as alternativas especialmente para adultos com TDAH, problemas de organização, planejamento e insatisfeitos com suas realizações?
Adultos com déficit de atenção não formam um grupo homogêneo. Parte deles conseguiu - por esforço pessoal ou devido à sua estória pessoal de vida, ao ambiente em que foi criando - desenvolver estratégias que permitissem superar - ou pelo menos minimizar - o impacto negativo do transtorno. Outra parte, desafortunadamente, teve menos sucesso nestas tentativas. São estes os adultos que precisam de tratamento.
Jogando com a cabeça - Neurofeedback e o A.C.Milan
O Neurofeedbck não é usado exclusivamente por pessoas "com problemas", como TDAH, hiperatividade ou outros transtornos psiquiátricos. Já se sabe, há muitos anos, que o grande diferencial entre atletas e executivos de alta performance é o domínio sobre os estados mentais. O que está dentro de nossas cabeças é o último dos desafios.
O que poucas pessoas sabem é que os jogadores de futebol campeões da Copa do Mundo de 2006 fizeram treinamento com Neurofeedback, antes da Copa. Em 29 de Julho de 2006, o repórter Russell Adams escreveu um artigo para um dos mais influentes jornais do mundo, o Wall Street Journal, intitulado "Getting your head in the game" ou "Jogando coma cabeça".
Neste artigo, Adams revela que vários atletas já incorporaram o Neurofeedback aos seus treinamentos, como os jogadores de futebol do A.C.Milan, tenistas, golfistas, ginastas olímpicos e esquiadores, entre outros. O ganho trazido pelo Neurofeedback é a capacidade em permanecer, ao mesmo tempo, concentrados e relaxados.
Em janeiro de 2006, meses antes da Copa, um grupo dos melhores jogadores italianos do A.C. Milan - vários dos quais seriam escalados para Seleção Italiana, começaram um treinamento "secreto" no Laboratório de Ciência Esportica do A.C.Milan, dirigido por Bruno de Michelis. A tela dos computadores mostrava que alguns dos jogadores ficavam nervosos ao fazer exercíos mentalmente exigentes na frente de seus colegas de time, enquanto outros tinham maior dificuldade após uma sequência de tentativas fracassadas; outros ainda perdiam a concentração após uma sequência de sucessos.
Tratamento sem medicação para TDAH - É mesmo possível?
O TDAH, hiperatividade e suas co-morbidades - e também grande parte de todos os problemas psiquiátricos - incluem componentes do funcionamento cerebral, como alterações químicas e fisiológicas, mas também outros fatores relacionados às circunstâncias ambientais / familiares, história de vida, experiências e aprendizagens pregressas, que funcionam como fatores de risco ou de proteção.
Há casos de TDAH que podem ser enfrentados apenas com tratamentos psicoterapêuticos, pedagógicos e com orientação dos pais, professores, etc. Isto é especialmente verdadeiro quando a intensidade do TDAH é pouco intensa ou as co-morbidade são muito intensas - especialmente ansiedade, auto-estima rebaixada, problemas de aprendizagem, dislexia e outros.
E quando é necessário tratar a base orgânica - as alterações de funcionamento cerebral, especialmente as áreas do córtex pré-frontal? Sempre é necessário incluir medicamento psicotrópico / psiquiátrico e tarjas pretas? O tratamento da base orgânica não pode ser deixado de lado, especialmente se as queixas forem intensas.
Uso e abuso de Ritalina - Discussões sobre uso de remédios e medicamentos para TDAH e hiperatividade
Dúvidas sobre medicamentos para TDAH / Hiperatividade são muito frequentes, especialmente sobre a Ritalina: o que é ritalina, efeitos da ritalina, quais são os medicamentos para TDAH e hiperatividade, como a ritalina age... A ritalina é uma droga, com potencial para causar abuso e dependência, além da possiblidade de efeitos colaterais. Por isto, deve ser utilizada apenas quando necessário, sob orientação médica durante todo o tratamento. Há também alternativas de tratamento não-medicamentoso, que são cada vez mais procuradas.
O que significam tantas siglas -TDAH, DDA, TDA, TDHA, TDAHI, DDAH?
TDAH, DDA, TDA, TDHA, TDAHI, DDAH - são muitas siglas, que causam confusão. T ou D referem-se sempre a Transtorno ou Distúrbio - TDAH ou DDAH. A hiperatividade (H) pode ou não estar presente, o que se reflete também nas siglas usadas. O mesmo vale para a impulsividade (I). Algumas pessoas chamam, erroneamente, a hiperatividade de iperatividade ou imperatividade. Em inglês, os termos mais comuns são ADD - Attention Deficit Disorder ou ADHD - Attention Deficit Hyperactivity Disorder.
Todas estas siglas se referem ao mesmo fenômeno, refletindo variações locais e históricas na evolução dos rótulos diagnósticos. Por exemplo, no passado, por algum tempo foi dominante uma concepção baseada em um dano cerebral mínimo. Atualmente, as concepções mais avançadas enfatizam prejuízos das funções executivas das áreas pré-frontais como as marcas principais do TDAH, hiperatividade e impulsividade.
Fumo e álcool na gestação aumentam o risco de TDAH e Hiperatividade
O TDAH - Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade - é um transtorno que tem um componente orgânico, relacionado ao funcionamento cerebral. Esta base orgânica sobre forte influência da herança genética e também das condições que o feto encontra durante a gestação.
Já se sabe há bastante tempo que o uso de álcool ou fumo na gestação aumenta o risco das crianças desenvolverem TDAH - Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade. As conclusões de um estudo realizado pela Escola Médica de Harvard (Estados Unidos) foi publicado em 2002 revista "Journal of the American Academy of Child & Adolescent Psychiatry", uma das mais importantes do gênero.


TRATAMENTO NATURAL:

UMA COMBINAÇÃO DE HOMEOPATICOS E VITAMINAS PARA O CÉREBRO É CAPAZ REALIZAR GRANDES MELHORAS NO QUADRO CLINICO DE HIPERATIVIDADE, É IMPORTANTE SEGUIR O TRATAMENTO MÉDICO E ASSOCIADO AO MESMO USAR OUTRAS TÉCNICAS EFICAZES, PROCURE TRATAMENTO COM HOMEOPATIA, NUTRIÇÃO ORTOMOLECULAR, RELAXAMENTO E FITOTERAPIA, ISSO LHE FARÁ BEM...
Fonte: www.dda-deficitdeatencao.com.br

quinta-feira, 28 de abril de 2011

ESTRESSE: TEM JEITO DE MELHORAR?


O que é o estresse? Ele é necessariamente ruim?

O estresse é uma reação às pressões excessivas ou a outros tipos de demanda que o indivíduo se impõe ou que a vida coloca sobre ele. Essas pressões podem vir de muitas fontes diferentes e, quando o seu efeito combinado é excessivo, o estresse ocorre. Isso significa que ele não é bom para você. É um estado doentio do corpo, da mente ou de ambos.

A conhecida reação de “fuga ou luta” em resposta a um fator estressante é uma resposta a um desafio percebido e não é necessariamente ruim para o indivíduo. Pode até ser favorável para alertar sobre possíveis ameaças e preparar para a tomada de decisões importantes.

No entanto, permanecer neste estado por tempo prolongado significa que reações químicas estão ocorrendo continuamente no organismo e o resultado podem ser diversas doenças como, por exemplo, a formação de tumores malignos. Este é o estresse que faz mal às pessoas.

O que fazer para aliviar o estresse?

1. Aprenda a gerir o seu tempo de forma mais eficaz

Gastamos muito tempo fazendo tarefas sem importância, especialmente quando estamos estressados, por isso priorize no seu dia os trabalhos mais relevantes. Aqueles que podem esperar permitem que você tenha tempo para fazer outras atividades menos desgastantes. Além disso, é válido não adiar as tarefas desagradáveis. Procure fazê-las primeiro, quando você está mais descansado. Abandonar o que precisa ser feito provoca uma grande dose de estresse.

2. Adote um estilo de vida saudável

Dieta saudável, exercícios físicos regulares, sono adequado e descanso do corpo aumentam a capacidade de lidar com o estresse que possa vir a ocorrer. Se qualquer uma dessas áreas não está funcionando bem na sua vida, este pode ser um sinal de alerta. Não ignore, peça alguma ajuda.

3. Conheça os seus limites e não exagere

Causamos a nós mesmos um grande estresse porque gostamos que as pessoas nos aprovem e não queremos decepcioná-las. Assim, acabamos por fazer mais do que deveríamos. Aprenda a delegar eficazmente e ser assertivo para que você possa dizer não sem culpa, quando for necessário, sem prejudicar ou ofender outras pessoas.

4. Saiba o que lhe causa tensão

Dedique tempo para descobrir o que está preocupando você e tente mudar seus pensamentos e comportamentos para reduzir o mal estar. A avaliação do estresse pode ajudar a compreender as causas, as implicações desses sentimentos para a sua saúde e como gerenciar, lidar e fazer as alterações necessárias para alcançar uma vida mais plena e tranquila.

5. Evite conflitos desnecessários

O excesso de argumentação realmente vale o seu esforço? Não brigue com pessoas queridas. Não vale à pena. Procure uma solução positiva para ambas as partes envolvidas em uma discussão. O meio termo pode ajudar. Muitas vezes abrir mão em determinadas situações de vida é o melhor a fazer. Saiba qual é a causa real do problema e aprenda a lidar com isto.

6. Aceite as coisas que você não pode mudar

Mudar uma situação difícil, nem sempre é possível. Se este for o caso, reconheça e aceite as coisas como elas são. Concentre-se naquilo que pode ser modificado, empenhe-se no seu melhor e aceite suas falhas.

7. Tire um tempo para relaxar e recarregar as baterias

Um intervalo de uns 10 dias consecutivos por ano é recomendado para descansar e executar seu trabalho de maneira mais eficaz quando retornar. Mesmo uma curta pausa de 10 ou 15 minutos no meio da jornada de trabalho ajuda a relaxar e a concentrar melhor no que você está fazendo.

8. Encontre tempo para sair com os amigos

Amigos podem nos ajudar a ver as coisas de uma maneira diferente. As atividades que fazemos com eles nos ajudam a dar umas boas risadas e mudar o estado mental. Rir estimula o sistema imunológico que fica enfraquecido durante o estresse.

Se ficar estressado, procure se envolver em alguma atividade física. Ela libera substâncias químicas no seu corpo que amenizam o estresse. Práticas de relaxamento, exercícios de respiração, massagens e uma variedade de terapias complementares ajudam a re-equilibrar o corpo.

9. Tente ver as coisas de forma diferente, desenvolva um estilo de pensamento positivo

Se algo está te incomodando, fale sobre o seu problema com alguém antes que ele alcance proporções inaceitáveis. Muitas vezes uma conversa com um amigo ou um familiar ajuda a ver as coisas de uma perspectiva diferente e menos estressante. Considere também procurar a ajuda de um profissional experiente, a fim de alcançar o resultado desejado e evitar problemas de saúde. Um psicólogo, psicoterapeuta ou psiquiatra pode auxiliá-lo bastante nestes momentos.

10. Evite o álcool, a nicotina e a cafeína como mecanismos de enfrentamento do estresse

No longo prazo, esses mecanismos de enfrentamento das questões complexas que todos nós precisamos resolver na vida só fazem aumentar o problema ou criar um outro. A cafeína e a nicotina são estimulantes. O corpo reage a elas com o aumento da resposta ao estresse ou até mesmo causando ansiedade. O álcool é uma substância química depressiva! Todos eles não são uma boa opção, mesmo que a princípio pareçam causar alívio.

ABC.MED.BR, 2011. Estresse: tem jeito de melhorar?. Disponível em: . Acesso em: 28 abr. 2011.

HOMENS HIPERTENSOS COM MAIOR FORÇA MUSCULAR VIVEM MAIS, SEGUNDO PESQUISAS.

Hipertensão arterial: homens hipertensos com maior força muscular vivem mais

Como já era sabido, a força muscular é inversamente associada à mortalidade geral em homens saudáveis. O estudo atual, publicado no Journal of the American College of Cardiology, mostrou que esta mesma associação foi encontrada em homens hipertensos.

Participaram do estudo Aerobics Center Longitudinal Study 1.506 homens hipertensos com 40 anos ou mais. O período de seguimento foi de 1980 a 2003, no qual ocorreram 183 mortes. Após ajustes estatísticos, os participantes com maior força muscular mostraram menor risco de morte. Quando a força muscular e a aptidão cardiorrespiratória foram analisadas em conjunto, aqueles com maior força muscular, associada à melhor aptidão cardiorrespiratória tiveram o menor risco de mortalidade.

Os resultados mostram que a maior força muscular protege homens hipertensos de morte por todas as causas e isto parece ser um benefício que se soma à maior aptidão cardiorrespiratória.

Fonte: Journal of the American College of Cardiology, Volume 57, de 3 de maio de 2011

quarta-feira, 20 de abril de 2011

O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE DENGUE E PRINCIPALMENTE A DO TIPO 4.

A dengue tipo 4 (DENV- 4) é a menos comum dos três tipos existentes no Brasil, mas os casos aumentaram nos últimos meses. De acordo com o Ministério da Saúde, o vírus ficou 28 anos sem aparecer no país e foi detectado novamente em julho do ano passado. Este ano, já foram comprovadas até o momento 77 ocorrências em oito estados brasileiros - Amazonas, Pará, Bahia, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Roraima e São Paulo.

Apesar de não haver grandes diferenças em relação aos diferentes tipos de dengue, esse aumento de incidência do quarto vírus preocupa o governo e os especialistas. Ao mesmo tempo, prevenir a expansão é fácil e precisa do empenho de toda a sociedade. Logo abaixo, o infectologista Celso Granato, do Fleury Medicina e Saúde, de São Paulo, e o infectologista Marcos Cyrillo, da Sociedade Brasileira de Infectologia, esclarecem as principais dúvidas sobre a dengue 4.
O grande perigo é que, cada vez que uma pessoa tem dengue, aumenta o risco de ter a forma hemorrágica
1. A dengue tipo 4 é a mais grave dos vírus da dengue?
Não. De acordo com Celso Granato, os quatro vírus são parecidos entre si: "Quando uma pessoa contrai dengue não dá para saber qual é o tipo pelos sintomas, porque são os mesmos para todos". Por isso, independente do vírus, a pessoa pode apresentar dor de cabeça, dores no corpo e nas articulações, febre, diarreia e vômito.

2. Então por que há tanta preocupação com a dengue tipo 4?
Com mais um tipo circulando no Brasil, as chances das pessoas contraírem dengue diversas vezes é maior. "Quem teve dengue do tipo 1, cria anticorpos no seu organismo e não irá mais contrair a doença por esse mesmo vírus, mas ainda pode ser infectada pelos outros três tipos", esclarece Marcos Cyrillo, infectologista da Sociedade Brasileira de Infectologia.

O grande perigo é que, cada vez que uma pessoa tem dengue, aumenta o risco de ter a forma hemorrágica, o quadro mais grave da doença. O infectologista Granato explica que isso acontece porque, quando o organismo já tem anticorpos de um tipo, facilita a entrada de outro vírus na célula sanguínea. "Os anticorpos não identificam aquele novo vírus como inimigo e, ao permitirem sua entrada nas células, aumentam as chances de evoluir para a dengue hemorrágica", afirma o especialista.

Dessa forma, Granato faz a seguinte comparação: em cada mil pessoas com dengue, geralmente três apresentam a forma hemorrágica. Já a cada mil pessoas com dengue pela segunda vez, 30 poderão ter na forma mais grave. Pela terceira vez, esse número vai para aproximadamente 60.

3. Como descobrir se estou com dengue tipo 4 e não de outro tipo?
Há um kit distribuído pelo Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC) que permite fazer um teste para descobrir o vírus. Aqui no Brasil, é realizado em laboratórios como o Instituto Evandro Chagas, em Belém (PA). Foi esse exame que permitiu ao Ministério da Saúde indicar a dengue do tipo 1 como a mais comum no Brasil, representando 73% dos casos no primeiro trimestre de 2011.

4. Pode haver uma epidemia de dengue do tipo 4?
Os especialistas acreditam que sim, provavelmente no verão, quando o calor for maior. No entanto, é algo simples de ser evitado. "A incidência da dengue do tipo 4 é maior nos estados que menos fazem a prevenção corretamente", explica Granato. Prevenir esse tipo de dengue ou qualquer outro significa impedir a proliferação do mosquito transmissor. E isso começa dentro da casa de cada um, combatendo focos de água parada. Essas medidas já estão dando certo: o Ministério da Saúde indicou que o número de notificações de dengue no Brasil caiu nos três primeiros meses de 2011 (254.734 casos), em comparação com o mesmo período de 2010 (448.701 casos).
5. Por que ainda não há uma vacina contra a dengue?
Exatamente pelo fato de existirem quatro tipos de vírus. "Imagine só: você vacina uma pessoa contra a dengue do tipo 4, ou seja, faz com que ela crie anticorpos contra esse vírus. No entanto, caso ela seja infectada por outro dos três tipos, terá mais chances de ter dengue hemorrágica", adverte Granato. Se for criada uma vacina contra os quatro tipos e um novo vírus aparecer, o perigo será o mesmo. É por isso que a prevenção deve ser feita evitando o acúmulo de água.

6. Como posso saber se estou com dengue ou com uma gripe comum?
Como os sintomas são muito parecidos, só dá pra saber fazendo exame de sangue. Caso você suspeite que esteja com dengue, é só ir o quanto antes a um pronto socorro ou a um médico clínico geral. É importante lembrar que a aspirina deve ser evitada nesses casos, porque ela altera as plaquetas do sangue - células que ajudam na coagulação sanguínea -, assim como o vírus da dengue também provoca essas alterações, podendo causar mais sangramentos.

PÁSCOA SEM CULPA.

Adoro chocolate. Os brancos são meus favoritos: a boca enche de água só ao imaginar aquela massinha doce e macia começando a derreter... Na Páscoa, as tentações estão por todos os lados. No supermercado, as prateleiras transbordam com ovos lindos e brilhantes. Aquela amiga manda e-mails, oferecendo produtos caseiros e eu aqui, suando para manter minha dieta.

Se a tortura é parecida no seu caso, melhor respirar fundo e tentar se controlar antes que o estrago seja feito. Para evitar exageros, separei uma série de dicas que sempre me ajudam quando preciso segurar meu destempero. Espero que elas também sejam úteis quando pintar aquela mousse linda na mesa e você precisar resistir.

Mas, se precisar de uma forcinha extra, conte comigo e com toda a equipe do Dieta & Saúde. Juntos, vamos vencer mais este desafio e alcançar o peso ideal sem deixar que nenhum tabletinho abale nossa convicção. Boa Páscoa e até a próxima.



Almoço de Páscoa
1. Inicie a refeição com um prato recheado de saladas e legumes cozidos. Esses alimentos apresentam baixa quantidade calórica e são ricos em fibras que dão maior sensação de saciedade.

2. Tempere as saladas com azeite, limão, vinagre. O azeite é rico em calorias e, por isso, tenha moderação.

3. Para acrescentar mais sabor às saladas, utilize frutas picadas como, por exemplo, maçã, laranja e manga.

4. Uma opção para fugir dos molhos mais calóricos para temperar a salada é utilizar ervas frescas como o manjericão, alecrim ou cebolinha.

5.Opte por carnes mais magras como o filé mignon, lagarto, peixes, aves (sem a pele). Retire a máxima quantidade de gordura visível do alimento.

6. A bacalhoada é rica em calorias. Uma porção média apresenta 170 kcal. Assim, se for irresistível, controle a quantidade ingerida.

7. Como acompanhamento, evite as massas com molhos ricos em gorduras como quatro queijos e branco. Dê preferência para as massas com molho de tomate.

8. Para a sobremesa, a melhor opção é as frutas . Evite doces muito elaborados como mousse, tortas e bolos.

Entretanto, se não for preparar o almoço de Páscoa e não tiver controle sobre os alimentos e preparações que forem servidas, siga pequenas regras:
"Se percebeu que está exagerando, pare!"
9. Não repita a refeição;

10. Controle a quantidade dos alimentos ingeridos;

11. Opte pelas preparações menos calóricas;

12. Não pegue um pouco de tudo que for servido. Escolha a preparação de preferência;

13. Na sobremesa, se houver várias opções, prefira as menos calóricas. Se frutas forem oferecidas, opte por elas.

Chocolate
É quase impossível ficar ileso a um ovo de Páscoa. Nessa hora, o controle é fundamental. Mas é possível passar sem que a alimentação corra algum risco. Abaixo, algumas dicas:



14. Se está determinado a eliminar os quilos a mais, avise as pessoas que podem dar algum ovo de Páscoa. Diga que, nesse momento, a melhor opção é o ovo menor;

15. Não ingira um ovo ou uma caixa de bombom em um único dia! Comer pequenas quantidades nos dias próximos da Páscoa diminuirá o risco de desistir da dieta;

16. O chocolate diet é tão calórico quanto os tradicionais (ao leite, meio amargo). Não caia na armadilha de escolher o diet pensando que com ele o estrago será menor;

17. Se ganhou muitos ovos ou se ele for o maior, divida-os com as pessoas. Não coloque o esforço e a determinação a perder só por causa do chocolate;

18. Se percebeu que está exagerando, pare! Não é porque exagerou em um momento do dia que deverá exagerar (1788) o dia inteiro.
Previna-se
Se esse período do ano é crucial para você e algum exagero é certo de ocorrer, uma semana antes, aumente um pouco a restrição calórica da alimentação.

Além disso, determinar uma rotina de exercícios é importante para aumentar o gasto calórico e, assim, minimizar os prejuízos que o excesso alimentar trará.
Inclua mais chocolate na dieta sem engordar
Em dias normais já fica difícil resistir à tentação do chocolate, imagine em época de Páscoa, quando somos rodeados pela guloseima. O problema é que a gostosura vem cheia de calorias e gorduras que afetam a dieta. Segundo a nutricionista Amanda Epifânio, do Centro Integrado de Terapia Nutricional (Citen), 100 gramas de chocolate (algo em torno de 10 bombons) podem chegar a incríveis 580 calorias. Mas é possível não virar refém do doce. Amanda indica que, quando o desejo bater, o melhor é comprar a quantidade exata a ser consumida. "Não há força de vontade que resista ao estoque dessa maravilha", alerta a especialista. Mas há maneiras de incluir essa delícia na dieta sem sentir o peso da culpa na balança. Confira: